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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Adoção um ato de amor





Conversando com uma amiga, tive uma surpresa: Ela me falou que era adotada! Puxa, nunca pensei que ela era adotada, pois a forma como ela fala da mãe e do pai, é tão natural, que se ela não me falasse, eu nunca saberia.
Bom, me emocionei muito com esse fato, e decidi escrever em meu blog sobre a maravilha que é ADOTAR uma criança.
Adotar uma criança significa tirar uma criança da rua, dar um lar, dar amor, atenção, e uma oportunidade de ter uma vida digna de um ser humano. Quisera eu que todos pudessem desfrutar das mesmas oportunidades, mas não é assim que funciona. Por motivos que vão além do nosso conhecimento nem todas as pessoas têm a chance, ao menos nessa vida, de viverem plenamente. Ao adotar uma criança, estamos dando uma oportunidade especial para uma pessoinha cujos pais biológicos não puderam (ou não quiseram, talvez) e acharam que seriam melhor cuidados por outras pessoas do que por eles mesmos. E em muitos casos, realmente, é melhor entregar à adoção do que deixar morrer de fome.
Para os pais que adotam esta criança, estão dando a si mesmos a maravilhosa experiência de serem pais, de cuidar de seu filho, de vê-lo crescer, ajudá-lo, ensiná-lo. Dizem que não existe prazer maior do que ser pai e mãe, e eu não duvido nem um pouco disso. E esses pais, que a princípio não poderiam ter filhos têm, então, a chance de realizar o seu sonho e realizar o sonho de olhar para o pequenino e chamar de meu filho!
Um dos impecilhos que mais atrapalham esse processo de adoção é que alguns pais têm o seu orgulho ferido por não poder dar a luz a um filho biológico e pensam em não criar o filho dos outros. Pura bobagem! A pobre criança nada tem a ver com os erros dos pais, não têm culpa de os pais não terem tido a capacidade ou a possibilidade de lhe dar uma vida digna. E aquele que tem amor para dar não escolhe quem amar. Se não pode ser biologicamente seu, que seja afetuosamente seu.
Eu acredito que pai é aquele que cria, não aquele que põe no mundo. Pai é aquele que educa, não aquele que sustenta. Então mesmo não tendo saído do ventre da mulher, o casal poderá, sempre, chamá-lo de filho, não importa o que digam ou o que pensem. E a criança tem o dever de chamá-los de pais, pois é efetivamente isso que eles são.
Aquele que te amor a dar não deve escolher para quem. Aquele que quer ter um filho e possui condições de dar-lhe uma chance na vida, que o faça. Deixe o orgulho de lado e ame uma criança. As recompensas virão de formas incríveis e inimagináveis!

Hoje, essa minha amiga é alguém, é digna, é inteligente. Tudo porque um dia, alguém decidiu amá-la e adotala.


 Deixo aqui uma indicação de livro:


"EU NÃO TE AMAREI COMO AOS OUTROS" O dia-a-dia da adoção
Autor: Françoise Champenois-Laroche
Capa: Laura Machado Nº de páginas: 127
Editora Sulina
Onde encontrar: www.editorasulina.com.br

Por Pequenami.

3 comentários:

  1. Chorei ='( Todas as crianças nessa vida merecem uma nova chance, elas não tem culpa do passado dos pais e cabe a nós fazer do presente delas o melhor possivel. A lei de adoção foi aprovada, e isso me deixou super felizzzzz...Então adotem, amem esssas crianças e façam delas a melhor pessoa do mundo.Cada uma de nos merece uma nova chance.

    ADOTE!

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  2. Obrigado por me fazer chorar amiga linda kkkkkk...Que lindo.
    É amiga quem dera que essas crianças tivesse a mesma o oportunidade que eu um dia teve, o mundo seria bem melhor. Todo mundo merece uma nova chance de vida, principalmente essas crianças que não tem culta do rumo que a vida tomou, a melhor lei que o governo adotou agora é a leia da adoção, espero que com isso crianças ganhem lar,amor,carinho, respeito e uma familia verdadeira.

    Obrigado Te amo

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  3. É, imagina se Deus quando nos escolheu para a salvação usasse uma listinha de pré-requisitos para nos adotar? Ao invés disso Ele nos deu o direito de sermos chamados filhos de Deus!

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